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sábado, 12 de junho de 2010

Destino do lixo quando não esta entupindo bueiros ou em rios

O destino final do lixo sempre foi um problema para as grandes cidades. Os vazadouros deixavam grandes quantidades de lixo expostas a céu aberto. Insetos e ratos se multiplicavam, o mau cheiro se espalhava pelo ar e as comunidades próximas viviam à mercê de doenças.

Os aterros sanitários surgiram como solução mais simples e de menor custo operacional para o tratamento final do lixo. Seguindo métodos adotados em localidades próximas a Londres, na Inglaterra, a cidade do Rio de Janeiro ganha em 1933 o aterro da Praia do Retiro Saudoso e Parada do Amorim, no Caju.

O lixo recolhido era espalhado pelo terreno pantanoso e coberto por uma camada de barro e areia extraídos do cemitério de São Francisco Xavier.

O Rio de Janeiro é o maior usuário do Aterro Metropolitano, espaço criado em 1976 em uma área de 1.300.000 m2. Para lá são levadas em média 6.700 toneladas de lixo por dia.

Um programa já está em fase final de execução e está transformando o Aterro Metropolitano de Gramacho, localizado no município de Duque de Caxias em modelo, de acordo com as diretrizes técnicas e sanitárias da FEEMA voltadas para a preservação ambiental e melhoria das condições de trabalho da Cooperativa de Catadores, que tiram seu sustento dos produtos recicláveis jogados no aterro.

A recuperação e operação do aterro estão atualmente a cargo da empresa SA Paulista. Desta forma, as Prefeituras do Rio, Nilópolis, Caxias, São João de Meriti e até mesmo Petrópolis, terão a tranquilidade de saber que o lixo de suas cidades deixou de agredir o meio-ambiente.

Os aterros continuam existindo até nos países mais desenvolvidos, operando mesmo quando há programas de coleta seletiva e unidades de reciclagem, compostagem e incineração.

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